No
aniversário de 450 anos do Rio, reviva a cidade nos tempos do Império visitando
alguns locais como: Ilha Fiscal, Quinta da
Boa Vista e Paço Imperial.
O Rio de Janeiro, que completa 450 anos em primeiro
de março de 2015, era uma pequena cidade quando Dom João VI desembarcou com sua
corte, em 7 de março de 1808, para a tornar capital do Império Português. Para
celebrar o aniversário da capital fluminense, o G1 traçou um roteiro histórico que percorre os caminhos de D. João
VI, D. Pedro I, D. Pedro II e outras personalidades da época.
Locais como a Quinta da Boa Vista, o Museu Nacional
de Belas Artes, o Jardim Botânico, a Ilha Fiscal e o Paço Imperial foram
cenários de acontecimentos que marcaram a história do Brasil. E após mais de
100 anos da instauração da República, a cidade ainda oferece uma série de
lugares onde o visitante pode reviver os tempos imperiais.
Quinta da Boa Vista
O cartão postal do bairro de São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, é a antiga residência da realeza e de imperadores do Brasil, de 1822 a 1889, quando foi proclamada a República. O parque projetado pelo paisagista francês Auguste Glaziou tem área de 155 mil m² e hoje abriga o Museu Nacional. Os jardins se tornaram um dos destinos mais procurados nos dias de sol para piqueniques e passeios em família. No lago, pedalinhos e caiaques são opções de passeios. As cavernas do local também atraem frequentadores.
Endereço: Avenida Pedro
II - s/n, São Cristóvão.
Telefone: (21) 2234-1181.
Horário de Funcionamento: Todos os dias: de 07h às 18h.
Entrada: Gratuita.
Telefone: (21) 2234-1181.
Horário de Funcionamento: Todos os dias: de 07h às 18h.
Entrada: Gratuita.
Museu Nacional
O Museu Nacional, que pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), foi criado por D. João VI em 1818. Fica situado no palácio onde vivia a Família Imperial do Brasil, na Quinta da Boa Vista.
É a instituição cientifica mais antiga do país e
uma das principais de história natural e antropológica da América Latina. A
antiga residência real, onde nasceu D. Pedro II, expõe uma coleção de peças da
época do descobrimento do Brasil, em 1500, até a Proclamação da República, em
1889. Entre elas, o Canhão do Meio Dia, de 1858, usado por D. Pedro I e Theresa
Christina Maria, e o Relógio do Sol. No museu, é possível conhecer também a
sala particular do casal na época, a Sala do Trono e peças utilizadas por D.
Pedro II e Theresa Christina em suas pesquisas, como uma múmia que ficava no
escritório do imperador.
Endereço: Quinta da Boa
Vista - São Cristóvão.
Horário de Funcionamento: De 3ªfeira a domingo das 10h às 17h (incluindo feriados); 2ª feira das 12 às 17 horas.
Telefone: (21) 3938-6900.
Horário de Funcionamento: De 3ªfeira a domingo das 10h às 17h (incluindo feriados); 2ª feira das 12 às 17 horas.
Telefone: (21) 3938-6900.
Paço Imperial
O Paço Imperial – chamado na época do Império de Paço Real – foi a primeira residência da Família Imperial do Brasil, entre 1808 a 1822. Os cômodos voltados para o mar e para a praça constituíam a parte nobre do prédio, como a Sala do Trono, onde aconteciam as audiências reais. Na parte da frente e no centro da fachada voltada para a praça, alojavam-se os membros da Família Real. O Paço Imperial foi palco de grandes acontecimentos, como o Dia do Fico, em 9 de janeiro de 1822, a coroação de D. João VI, em 1818, e a chegada de D. Leopoldina para o casamento com D. Pedro, em 1817. Segundo historiadores, apesar das reformas, o palácio ainda era considerado desconfortável para a Família Real, que se transferiu para a Quinta da Boa Vista, em 1822. Em 1985, o Paço Imperial transformou-se em um centro cultural e hoje tem exposições, peças teatrais, concertos, seminários e conferências.
Endereço: Praça XV de
Novembro, 48 – Centro.
Telefone: (21) 2215-3622.
Horário de Funcionamento: de terça a domingo, de 12h às 18h.
Entrada: Gratuita.
Telefone: (21) 2215-3622.
Horário de Funcionamento: de terça a domingo, de 12h às 18h.
Entrada: Gratuita.
Igreja da Ordem Terceira do Carmo (Antiga Sé)
.jpg)
As cerimônias pela chegada da Família Real ao Brasil foram realizadas na Sé, que era, então, a Igreja do Rosário. Pouco depois, D. João determinou que a Igreja do Carmo, situada mais perto do Paço, fosse elevada à Capela Real. Esta mudança também foi motivada pela beleza da Igreja do Carmo, que em 1785 teve seu interior decorado pelo entalhador Inácio Ferreira Pinto. A Capela Imperial sediou as cerimônias de sagração dos imperadores D. Pedro I e D. Pedro II. No local, também foi realizado o casamento da Princesa Isabel com Louis Phillippe Gaston d’ Orléans, em 1864.
Endereço: Rua do Carmo,
46 / Rua Primeiro de Março, s/nº – Centro
Telefone: (21) 2242-7766 / 2242-4828.
Horário de Funcionamento: De seg a sex 08h às 16h. Sáb: 08h às 11h.
Missas regulares de segundaa a sexta-feira às 08h, e aos domingos às 11h.
Entrada: Gratuita.
Telefone: (21) 2242-7766 / 2242-4828.
Horário de Funcionamento: De seg a sex 08h às 16h. Sáb: 08h às 11h.
Missas regulares de segundaa a sexta-feira às 08h, e aos domingos às 11h.
Entrada: Gratuita.
Real Gabinete Português de Leitura

O Real Gabinete Português de Leitura reúne o mais valioso acervo de autores lusitanos fora de Portugal. São cerca de 400 mil títulos. Dentre eles, as obras raras: a primeira edição de "Os Lusíadas", de 1572, e "Ordenações de D. Manuel", por Jacob Cromberger, editada em 1521. O Real Gabinete foi criado em 14 de maio de 1837, quando na casa do advogado português Antônio José Coelho Louzada, portugueses residentes no Brasil se reuniram com o objetivo de valorizar e divulgar a cultura portuguesa.
Endereço: Luís de
Camões, 30 – Centro.
Telefone: (21) 2221-3138.
Horário de Funcionamento: De seg a sex de 9h à 18h.
Entrada: Gratuita.
Telefone: (21) 2221-3138.
Horário de Funcionamento: De seg a sex de 9h à 18h.
Entrada: Gratuita.
Museu Nacional de Belas Artes

Criado oficialmente em 1937, o museu tem em seu acervo peças da coleção pessoal de Dom João VI, trazidas por ele em 1808. Entre as telas do século XIX que se destacam estão o Retrato de Dom João VI (1817) de Debret; Batalha dos Guararapes (1875/1879) e a Primeira Missa no Brasil (1860) de Victor Meirelles. No Museu, também é possível apreciar a Batalha do Avaí (1877/1879) de Pedro Américo (1843 - 1905); Caipiras Negaceando (1888) de Almeida Júnior (1850 - 1899). Com uma coleção de cerca de 15 mil peças, o Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) apresenta-se como o principal museu de arte brasileira no que diz respeito à produção do século 19.
Endereço: Av. Rio
Branco, 199 - Centro (Cinelândia).
Telefone: (21) 2219-8474.
Horário de Funcionamento: Ter a sex de 10h às 18h; sáb, dom e feriados de 12h às 17h.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00. Grátis aos domingos. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do museu.
Telefone: (21) 2219-8474.
Horário de Funcionamento: Ter a sex de 10h às 18h; sáb, dom e feriados de 12h às 17h.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00. Grátis aos domingos. Venda de ingressos e entrada de visitantes até 30 min antes do fechamento do museu.
Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro
Em 1808,
a Igreja Nossa Senhora da Glória do Outeiro ganhou destaque na história do
Brasil e do Rio de Janeiro com a chegada da corte portuguesa. A família real
tinha especial predileção por ela, segundo historiadores. Localizada no topo do
Outeiro da Glória, foi cenário da cerimônia de batizado da princesa Maria da
Glória, em 1819, que foi trazida por seu avô D. João VI. A partir de então,
todos os membros da família Bragança, nascidos no Brasil, são consagrados na
Igreja. Em 27 de dezembro de 1849, D. Pedro II outorgou o título de
"Imperial" à Irmandade.
Endereço: Praça Nossa
Senhora da Glória, 135/204 Glória
Telefones: (21) 2225-2869 e (21) 2557-4600.
Horário de Funcionamento: Todos os dias de 8h às 12h e de 13h às 17h.
Entrada: Gratuita.
Missas: Domingos às 9h e às 11h (missa da Irmandade). Aulas de crisma, domingos às 9h. Missa Tridentina com padre João Jefferson todo 1º sábado do mês, às 9h.
Telefones: (21) 2225-2869 e (21) 2557-4600.
Horário de Funcionamento: Todos os dias de 8h às 12h e de 13h às 17h.
Entrada: Gratuita.
Missas: Domingos às 9h e às 11h (missa da Irmandade). Aulas de crisma, domingos às 9h. Missa Tridentina com padre João Jefferson todo 1º sábado do mês, às 9h.
Ilha Fiscal

Endereço: Espaço
Cultural da Marinha - Av. Alfredo Agache s/n, próximo à Praça XV, Centro, RJ.
Telefone: (21) 2532-5992 / 2233-9165.
Visitação somente aos Sábados e domingos - Horários: 12h30, 14h e 15h30. A visitação etm duração de 2 horas incluindo o deslocamento.
O acesso se dá por meio de ônibus que saem do Museu Naval para a Ilha Fiscal.
Ingressos: Os ingressos serão vendidos no Museu Naval, local do embarque, localizado à rua Dom Manuel nº 15, Praça XV, RJ, ao lado do prédio anexo da ALERJ, somente no dia da visitação, no período das 11h às 15h25.
Valor dos ingressos: inteira R$ 20; meia-entrada para estudantes, militares e dependentes, maiores de 60 anos, menores de 12 anos, professores e portadores de necessidades especiais: R$ 10. São isentos de pagamento: crianças de até 2 anos e guias de turismo no exercício da atividade.
* Não haverá visitação nos dias: 01 de janeiro (Confraternização Universal), Carnaval, Sexta-feira da Paixão, Finados, 24 e 25 de dezembro (natal) e 31 de dezembro (ano novo).
Telefone: (21) 2532-5992 / 2233-9165.
Visitação somente aos Sábados e domingos - Horários: 12h30, 14h e 15h30. A visitação etm duração de 2 horas incluindo o deslocamento.
O acesso se dá por meio de ônibus que saem do Museu Naval para a Ilha Fiscal.
Ingressos: Os ingressos serão vendidos no Museu Naval, local do embarque, localizado à rua Dom Manuel nº 15, Praça XV, RJ, ao lado do prédio anexo da ALERJ, somente no dia da visitação, no período das 11h às 15h25.
Valor dos ingressos: inteira R$ 20; meia-entrada para estudantes, militares e dependentes, maiores de 60 anos, menores de 12 anos, professores e portadores de necessidades especiais: R$ 10. São isentos de pagamento: crianças de até 2 anos e guias de turismo no exercício da atividade.
* Não haverá visitação nos dias: 01 de janeiro (Confraternização Universal), Carnaval, Sexta-feira da Paixão, Finados, 24 e 25 de dezembro (natal) e 31 de dezembro (ano novo).
Jardim Botânico
D. João VI criou o Jardim Botânico em 13 de junho de 1808, chamado na época por
ele de Jardim de Aclimação, com o objetivo de aclimatar as especiarias vindas
das Índias Orientais. Encantado com a natureza do lugar, D. João instalou o
Jardim, que em outubro do mesmo ano passou a ser Real Horto. As primeiras
plantas que chegaram ao Jardim Botânico vieram das Ilhas Maurício, oferecidas
por Luiz de Abreu Vieira e Silva. O local, que recebeu diversos nomes até ser
chamado de Jardim Botânico, é aberto ao público desde 1822.
Endereço de acessos ao
Jardim Botânico: Rua Jardim Botânico, 1008 (bicicletário e estacionamento
exclusivo); Rua Jardim Botânico, 920 (bicicletário); Rua Pacheco Leão, 100
(somente pedestres).
* O Jardim Botânico
possui convênio com o Jockey Club, que disponibiliza um total de 400 vagas em seus
dois estacionamentos: Rua Jardim Botânico 1003 e Praça Santos Dumont, 31 (em
frente à praça).
Telefone: (21) 3874-1808 /(21) 3874-1214 / 2103- 4076.
Entrada: R$ 7,00 - Individual (adulto). Gratuidade para crianças até 7 anos e adultos a partir de 60 anos, residentes no Brasil ou em outros países que fazem parte do Mercosul.
*Museu do Ambiente: de terça a domingo, das 9h às 17h; entrada gratuita. Informações: 2294-6619. Acesso pela Rua Jardim Botânico, 1008.
Telefone: (21) 3874-1808 /(21) 3874-1214 / 2103- 4076.
Entrada: R$ 7,00 - Individual (adulto). Gratuidade para crianças até 7 anos e adultos a partir de 60 anos, residentes no Brasil ou em outros países que fazem parte do Mercosul.
*Museu do Ambiente: de terça a domingo, das 9h às 17h; entrada gratuita. Informações: 2294-6619. Acesso pela Rua Jardim Botânico, 1008.
Floresta da Tijuca

Após anos de extração de madeira e de plantações, principalmente de café, a mando de D. Pedro II, a Floresta da Tijuca começou a ser naturalmente reflorestada em 1861, após um processo de desapropriação no século 19. Localizada no Parque Nacional da Tijuca, o local é rico em fontes, fauna e flora. Entre os principais pontos turísticos da Floresta da Tijuca estão a Cascatinha Taunay, a mais alta e mais conhecida cascata do parque, e a Capela Mayrink, construída em 1850 com o nome de Nossa Senhora do Belém.
Endereço: Estrada da
Cascatinha, nº 850 - Alto da Boa Vista.
Telefone: (21) 2492-2252 e 2492-2253.
Funcionamento: todos os dias, de 8h às 17h (até 18h no horário de verão).
Entrada: Gratuita.
Telefone: (21) 2492-2252 e 2492-2253.
Funcionamento: todos os dias, de 8h às 17h (até 18h no horário de verão).
Entrada: Gratuita.
Biblioteca Nacional

Endereço: Avenida Rio
Branco, 219 - Centro
Telefone: (21) 3095-3879 / 2220-9484
Horário de Funcionamento: seg a sex de 9h as 20h. Sab de 9h as 15h.
Visita orientada: gratuito. De segunda a sexta-feira, de 10h às 17h, a cada uma hora. Reservas: (21) 2220-9484.
Telefone: (21) 3095-3879 / 2220-9484
Horário de Funcionamento: seg a sex de 9h as 20h. Sab de 9h as 15h.
Visita orientada: gratuito. De segunda a sexta-feira, de 10h às 17h, a cada uma hora. Reservas: (21) 2220-9484.
O Museu do
Primeiro Reinado, localizado na Av. Dom Pedro II, 293, em São Cristovão,
Zona Norte do Rio, também é um dos pontos turísticos do "Rio
Imperial". Ele foi construído em 1826, por ordem do Imperador D. Pedro I
para Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, que ali residiu por
dois anos. Em outubro de 2012, o museu encontrava-se fechado para obras.
Endereço: Avenida Dom
Pedro II, 293 - São Cristóvão
Telefone: (21) 2332-4513.
Horário de Funcionamento: De ter a sex, de 11h as 17h.
Entrada: Gratuita. * O Museu encontra-se fechado para obras
Telefone: (21) 2332-4513.
Horário de Funcionamento: De ter a sex, de 11h as 17h.
Entrada: Gratuita. * O Museu encontra-se fechado para obras
Confeitaria Colombo
A
confeitaria foi fundada em 1894 pelos imigrantes portugueses: Joaquim Borges de
Meireles e Manuel José Lebrão, tendo um extenso rol de clientes célebres entre
a sociedade brasileira.
Sua
arquitetura e ambiente permitem ter uma idéia de como teria sido a Belle Époque na capital da República.
Entre 1912 e 1918 os salões do interior da confeitaria foram reformados, com um
toque Art Nouveau, com enormes
espelhos de cristal trazidos da Antuérpia, emoldurados por elegantes frisos
talhados em madeira de jacarandá. Os móveis de madeira do interior foram
esculpidos na mesma época pelo artesão Antônio Borsoi.
Em 1922 as
suas instalações foram ampliadas com a construção de um segundo andar, com um
salão de chá. Uma abertura no teto do pavimento térreo permite ver a clarabóia
do salão de chá, decorada com belos vitrais.
Entre os
clientes famosos da confeitaria estão Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Emílio de
Meneses, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio
Vargas e Juscelino Kubitschek, entre muitos outros.
Endereço: Rua Gonçalves Dias, 32 / Centro - Rio de
Janeiro
Telefone: 21 2505.1500
Horário de Funcionamento: 2ª a
sábado – de 11:30h às 20:00h
Entrada:
Gratuita
0 comentários:
Postar um comentário